José Manuel Rodrigues de Matos
2010-08-06
O trabalho até agora desenvolvido por essa Associação, acerca do desaparecimento da minha neta CATARINA ISABEL MARINO DE MATOS foi de enorme, repito enorme, diferença na actuação da P.S.P. - de Setúbal que até ao momento nada tinha feito.
Maria B.Brasil
2010-05-02
Deveriam divulgar este site na TV sempre que existam programas sobre este problema tão angústiante! Angustia-me o sofrimento de todos os envolvidos, e penso sempre na dificuldade em confirmar uma carita, se me confontasse com uma situação de parecenças.
Maria Manuela Pinto Pombeiro de Sousa
2010-03-09
Já sou vossa associada - nº 371 e só lamento não me ser possível contribuir com uma quantia maior para esta Associação que merece todo o apoio não só pelos seus objectivos mas também por todas quantos colaboram com a mesma numa tarefa que não deve ser nada fácil. Hoje venho deixar a minha opinião sobre o desaparecimento do LEANDRO após se ter atirado ao rio em Mirandela, Não sou pedopsiquiqtra. Mas tenho ao longo da minha vida observado que as crianças têm uma resistência psicológica muito superior à de um adulto. Por isso acho que o pequeno LEANDRO ao decidir suicidar-se, sentiu que ninguém o protegia, não só na escola, como nas entidades oficiais, e sobretudo em família. Fiquei muito impressionada porque realmente só una criança que se sente completamente desamparada e sózinha, toma esta atitude. Na minha opinião, como Mãe que fala com conhecimento de causa, A escola tem com certeza uma grande responsabilidade pelo sucedido, bem como oytran eitidades. Mas, depois do menino ter estado internado, acho inconcebível que tanto o pai como a mãe não tenham ido mais longe do que simples queixas.. Seria suposto, no caso de uma criança que é nosso filho, actuar de imediato e por outros meios. Assim a cobardia dos colegas que continuadamente agrediram o LEANDRO parava, porque eles viam que alguém o protegia. E é esta falta de protecção por parte da família e principalmente por parte dos pais que me surpreende. Estou deveras impressionada com isto. Sinceramente, só posso ter pena da CRIANÇA que cometeu o suicídio ao ver que não tinha ninguém que a defendesse, nem mesmo os próprios pais. E isto é horrível. Porque tudo tem um limite e há ocasiões em que não podemos permitir que abusem dos nossos filhos sobretudo quando são crianças e mais sensíveis. Os remorsos serão grandes com certeza. Mas uma coisa é certa: quando frequentei o liceu público havia um ou outro caso isolado de alunas que faziam pouco de outras, mas nunca em tantos anos que lá estudei se viu uma agressão física. Isto nunca aconteceria!... Era algo impensável!... Por isso. embora muitos digam que não se deve castigar porque isto sempre existiu, etc.etc., não concordo. Quando os Pais não têm condições de educar os filhos o que acontece também em famílias abastadas e não só nos bairros pobres, a escola tem que dar essa educação e ser rigorosa na aplicação das medidas legisladas. Neste dia,, que o LEANDRO seja mais uma estrelinha a brilhar no céu tal como a JOANA e muitas outras. Obrigada por me permitirem esta opinião que é escrita com muita dor. Bem hajam a APCD que tenta proteger a CRIANÇA por vezes dos seus próprios familiares, o que é uma missão extremamente delicada e nem sempre conseguida apesar de todos os seus esforços. Os meus respeitosos cumprimentos para voçês todos.
Associação Portuguesa de Crianças Desaparecidas
2010-02-28
Resposta à sugestão anterior:
Obrigada pela sua opinião e sugestão.
O importante é cada família organizar-se para a eventualidade de uma catástrofe natural, um acidente, etc...
Esclarece-se que o conselho dado para os filhos que não sabem falar ou ainda são bebes, tem como contexto a situação de evacuação. As evacuações são previamente anunciadas pelas autoridades competentes, sendo certo que estas operações normalmente criam situações de aglomerados de pessoas quer para as transportar, quer nos locais onde são colocadas.
Os papeis que se colocam nos bolsos das roupas dos bebés, ou que se colam às roupas por vezes perdem-se. Por isso, e foi o que se aconselhou no caso do furacão Katrina, a melhor hipótese, repete-se, em caso de evacuação é escrever no corpo da própria criança. Pode não ser a solução ideal, mas é uma solução apontada como útil.
Outro método é o de ter uma chapa/medalha, com nome e contactos gravados colocados num fio, que acompanhará sempre a pessoa. Este é um costume muito utilizado com pessoas idosas....